Vigilância marítima e proteção ambiental

Desde o final de setembro, o Brasil vem enfrentando um grave problema ambiental, o derramamento de óleo nos mares brasileiros, já tendo atingido mais de 155 localidades de 71 municípios do Nordeste.

Os impactos sociais, econômicos e ambientais são sentidos, com o registro da morte de diversos animais marinhos, o turismo sendo prejudicado na região e com diversas comunidades proibidas de pescar ou retirar o sustento do mar.

Mas, além de lidar com ações para mitigar os impactos, o governo brasileiro vem enfrentando um outro desafio – o de identificar a origem do vazamento.

As tecnologias em operação na vigilância marítima do Nordeste do país não realizam o rastreio dos chamados “navios fantasmas”, ou seja, embarcações que navegam sem registro oficial e circulam com os transponders desligados para driblar os radares de vigilância. São esses tipos de embarcações responsáveis por diversos crimes praticados nos mares em todo o mundo, como tráfico de drogas, armas, pessoas, animais, roubo de cargas, transporte ilegal de mercadorias e contrabando, entre outros atos ilícitos.

No sul do país, mais precisamente no Farol do Albardão, a IACIT, empresa brasileira, desenvolveu e instalou um dos sistemas mais modernos e efetivos para coibir esse tipo de problema. O Radar OTH 0100 (Radar Além do Horizonte) conta com tecnologia para rastrear embarcações não-cooperativas com alcance de 200 MN da costa, que corresponde a cerca de 370 KM.

Em operação desde o início de 2018, o Radar OTH vem monitorando o mar do sul do país em cooperação com a Marinha do Brasil.

Saiba mais sobre o Radar OTH 0100 da IACIT.

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